"Quando a boca sabe comer,o corpo é saudável.Quando a mente sabe pensar,a alma é feliz.Quando as mãos sabem ajudar,o coração é alegre".
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

FRAMBOESA AMERICANA


OLÁ PESSOAL!EU GANHEI NO ANO PASSADO UMA MUDA DESTA FRUTINHA DA MINHA AMIGA GLESSI,MAS ELA NÃO SABIA O NOME;ENTÃO DEPOIS DE MUITA PESQUISA NA INTERNET FINALMENTE DESCOBRI!!!COMO SOU PAISAGISTA ,ME INCOMODA O FATO DE IGNORAR O NOME DE UMA PLANTA DO MEU JARDIM,AINDA MAIS DE UMA FRUTA TÃO SABOROSA COMO ESTA,TAMBÉM NÃO ACHO CERTO CHAMÁ-LA POR QUALQUER NOME(VOCÊ GOSTARIA QUE TROCASSEM SEU NOME??)AMANHÃ IREI FAZER UMA RECEITA COM ELAS E POSTAREI AQUI PRA VOCÊS!BEM NOSSA AMIGA CHAMA-SE FRAMBOESA AMERICANA OU RUBUS NIVEUS.

quinta-feira, 12 de março de 2009

QUINOA REAL


Quinoa: conheça este novo alimento

Você já ouviu falar neste poderoso e mais novo alimento? Consumida pelos incas, há mais de 8 mil anos, era o alimento principal do povo das montanhas. Aqui no Brasil há pouco tempo fala-se sobre este alimento. Devido ao seu alto valor nutritivo, muitos já conhecem este grão que pode trazer muitos benefícios à saúde.


A Quinoa, ou Quinua Real, como também é conhecida, é um grão originário da Bolívia e com alto poder nutritivo. Pra você ter uma idéia, este grão possui proteína de alta qualidade, baixo teor de colesterol, além das grandes quantidades de vitaminas e minerais presentes. O sabor é leve, semelhante à soja e a cada dia conquista espaço na mesa dos brasileiros.

Podemos destacar também a quantidade de fibras presente. As fibras colaboram com o bom trabalho intestinal, ajudam no controle dos níveis de colesterol e glicemia no sangue, entre outras funções importantes para o organismo.

Outra vantagem da quinoa é não ter o glúten em sua composição, dessa forma as pessoas com intolerância ao glúten, a chamada doença celíaca, também podem desfrutar deste alimento.

“Como você pode perceber é um alimento bastante nutritivo, mas assim como qualquer outro alimento é importante consumi-lo como parte de uma alimentação saudável e balanceada”


Aqui no Brasil é uma novidade, a primeira colheita das sementes da quinoa foi feita em 2002, este processo foi acompanhado pelo pesquisador Carlos Spehar da Embrapa Cerrador (Planaltina/DF). A grande parte da quinoa consumida aqui ainda é importada, por este motivo o produto é mais caro.

Atualmente, agrônomos, engenheiros de alimentos e outros profissionais pesquisam cada vez mais sobre a quinoa, além de descobrir os benefícios nutricionais, também é analisada a forma de plantio para que seja possível a adaptação ao solo brasileiro.

De que forma consumir?

Este maravilhoso alimento pode ser aproveitado desde as folhas, que podem ser preparadas refogadas, assim como preparamos a couve-mineira, o espinafre, etc, até os botões das flores que podem ser consumidos como brócolis. O grão, que é a forma de mais fácil aquisição, pode ser utilizado de várias maneiras: cozido e temperado como salada, cozido como arroz, utilizado no preparo de sopas, etc.

A farinha é utilizada para preparar mingaus, pães, pudins, massa para panqueca, biscoitos, enfim, basta ter criatividade e aproveitar de diversas formas este alimento.

Onde encontrar?

Você já encontra a quinoa em grãos, farinha e flocos e está disponível em lojas de produtos naturais e alguns supermercados.

Conheça as propriedades nutricionais da quinoa

Em 100g de quinoa:
Calorias (kcal) 335
Carboidratos (g) 68
Proteínas (g) 12
Lipídeos (g) 5 5
Cálcio (mg) 112 112
Fósforo (mg) 286 286
Ferro (mg) 7,50 7,50
Fibras (g) 5,10 5,10

Além destes nutrientes, outros também estão presentes na quinoa, como vitamina B1, B2, B3, C, E, magnésio, potássio, ferro, zinco e manganês.

Como você pode perceber é um alimento bastante nutritivo, mas assim como qualquer outro alimento é importante consumi-lo como parte de uma alimentação saudável e balanceada. Então, vale a pena experimentar, né?

Fonte:

EMBRAPA
Apedidos de minha amiga Cris, estou postando aqui algumas informações sobre a Quinua Real,Clicando aqui você irá encontrar mais algumas informações e receitas.

sábado, 7 de março de 2009

PIRÂMIDE ALIMENTAR VEGETARIANA



Algumas informações sobre dieta vegetariana você pode encontrar aqui!Para saber se sua alimentação está suprindo as necessidades do seu organismo, dê uma olhada na pirâmide alimentar vegetariana.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

CADERNO DE RECEITAS






Li este texto na revista Vida Simples e quis compartilhar com vocês.Quem não tem uma história de receita de família?

Mais que ensinar a fazer pratos, os cadernos de receitas contam um pouco da história de cada um

por Mariana Lacerda

"Há alguns anos, eu estava pela manhã na minha casa, em São Paulo, quando fui avisada pelo interfone que uma caixa tinha chegado pelo correio. Era dia de meu aniversário. Desci, peguei a caixinha e, enquanto me desfazia do embrulho, um cheiro doce de goiaba e açúcar surgiu. Instantaneamente, fui levada pelas lembranças à casa da minha avó materna, Lúcia Lacerda, que mora no Recife, a cidade onde nasci e cresci. Era um bolo-de-rolo - camadas finíssimas de massa de trigo, manteiga e açúcar, enroladas com doce de goiaba -, uma das receitas mais tradicionais de doces de Pernambuco e especialidade (ai) da minha avó Lúcia.

Dentre as diferentes lembranças que podemos guardar, uma das mais fortes e persistentes é a da culinária. É como escreveu Luís da Câmara Cascudo, em seu livro História da Alimentação do Brasil: "Certos sabores já constituem alicerces de patrimônio seletivo no domínio familiar".
Antigamente, nenhuma receita continha menos de 12 ovos, sinal de famílias numerosas que comiam em casa
É que sabor e cheiro são fortes testemunhos do passado. E afirmam que esse passado a cada dia mais distante pode, a qualquer momento, se fazer presente através do poder de sentidos como paladar e olfato. Foi o que senti quando abri minha caixinha umedecida de açúcar. De repente, as sobremesas de domingo com cafezinho, com meu avô, que já morreu, ainda à mesa, me tomaram bem na data que eu comemorava meu nascimento.

Na caixinha de correio estavam os gestos de minha avó, a mulher das mãos mais delicadas do mundo. As mesmas mãos que vêm copiando a receita de bolo-de-rolo em sucessivos cadernos de receitas que a acompanham em sua cozinha. Cada vez que minha avó reescreve um caderno de receitas , ela registra os ingredientes e o modo de fazer dessa iguaria pernambucana.

Cadernos de receitas são documentos muito importantes. "Através da escrita, a tradição culinária é resguardada", diz a antropóloga Laura Graziela Gomes, professora da Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro. Ou seja, com as anotações de dona Lúcia, permanecem vivas receitas como a do bolo-de-rolo, que atravessam os tempos e permanecem, ainda bem, vivas entre nós.

Além disso, cadernos de receitas podem servir de interessantes brechas para se olhar para o passado. "Através desse material, sabemos sobre a pessoa que escreveu, seus laços e afetos, e até sobre a época, a sociedade e a classe social em que viveu", diz a antropóloga Lívia Barbosa, da Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro. Cadernos de receitas são, portanto, livros de história."Mas da história da vida privada", diz Lívia.
Nas entrelinhas
Faz sentido. Para escrever esta reportagem, tive o prazer de conhecer, em São Paulo, a banqueteira Maria Emília Cunali. Ela guarda uma preciosa relíquia: o caderno de receitas de sua mãe já falecida, dona Gilda . Ao abrir e me mostrar o conteúdo do caderno, Maria Emília, no lugar de adentrar no assunto de nossa entrevista (cadernos de receitas), começou simplesmente a descrever sua mãe. "Ela era muito bagunceira", disse. É que as anotações feitas por dona Gilda estão intercaladas por colagens em toda parte, páginas rasgadas e remendadas com durex, e folhas avulsas encaixadas.

Maria Emília conta que sua mãe começou a colecionar receitas pouco antes de se casar, em 1945. O caderno era um presente da avó de dona Gilda, que se chamava Evangelina. "Naquele tempo, ao sair de casa as moças levavam consigo seu caderno já cheio de receitas", diz. A própria dona Evangelina anotou receitas no caderno de Gilda. "De pratos que até hoje minha família gosta de comer", diz Maria Emília. Como, por exemplo, omeletes. "Estalados à americana", "fritada", "poché au grand duc". São nove receitas de omeletes num mesmo caderno. "Até hoje minha família não tolera omelete mal feito", diz Maria Emília.

Dona Gilda coloca ao lado de muitas receitas a indicação de sua origem. "Biscoito de polvilho (vovó)". Parecido com o que faz minha avó Lúcia, que escreve, simplesmente: "Pão Lenita". Anotações assim, sabemos, nos dão uma idéia sobre laços de amizades e de afetos do dono do caderno. "Indicam, de alguma forma, que a receita foi anotada após ter sido experimentada e aprovada. E que alguém foi responsável por isso", diz Lívia Barbosa.

Além disso, olhando para cadernos antigos, é possível perceber a época em que viveram as pessoas que ali imprimiram suas caligrafias. Dona Gilda e minha avó, por exemplo, são de um tempo em que "assúcar" e "gemma" ainda se escreviam assim, em português arcaico. E nas escolas se treinava caligrafia.Repare nas palavras bem desenhadas dos cadernos. Não é possível viajar no tempo através de suas letras? No caso do caderno de dona Gilda, conta Maria Emília, a caligrafia é exatamente aquela que se ensinava a desenhar no tradicional colégio paulistano chamado Des Oiseaux.

As folhas dos cadernos de receitas antigos nos mostram ainda que, diferentemente de hoje, o núcleo familiar de nossos avós era bem mais numeroso. "Nenhuma das receitas começava com menos de 12 ovos", diz Rosa Belluzzo, socióloga e autora do livro A Cozinha dos Imigrantes, Memórias e Receitas. "As receitas de antigamente serviam 12, 20 pessoas. São de uma época em que as famílias eram grandes. E todas comiam em casa", diz a antropóloga Lívia Barbosa.
A história dos cadernos
Ao contrário do que se pensa, os primeiros livros de receitas não surgiram em decorrência dos cadernos. Os livros vieram antes. O primeiro de que se tem notícia chama-se Auspicius Culinaris. Surgiu ainda na Idade Média e compreendia um conjunto de receitas reunidas por Auspicius, um festeiro e gourmet dos arredores de Roma, na Itália.

Mas o livro de receitas tal qual o conhecemos, com ingredientes, quantidades, modos de fazer e ilustrações, foi uma invenção de chefes de cozinha das cortes reais européias, cuja preocupação era conservar as normas de fazer dos manjares para que futuros chefes de cozinha seguissem o ritmo impecável dos sabores consagrados pelas cortes. Um exemplo clássico é Le Cuisiner François (O cozinheiro francês), escrito em 1651 e que já foi editado em seu país pelo menos 69 vezes.

No Brasil, os primeiros livros de receitas vieram parar aqui com a chegada da família real, em 1808. "Que trouxe ainda utensílios e alguns ingredientes de cozinha", diz a antropóloga Paula de Pinto e Silva, da Universidade de São Paulo. Aos poucos, a cultura européia da cozinha foi sendo adaptada às condições tropicais da nossa terra. Com o passar do tempo, os portugueses começaram a ensaiar combinações corajosas na culinária. Foram adaptando ao seu sabor ingredientes brasileiros."Na falta de trigo, tentaram usar a mandioca. No lugar da castanha portuguesa, incluíram a castanha de caju", diz Paula, que estudou documentos do período colonial para escrever seu livro sobre a comida no Brasil Colônia (ainda sem título), que será publicado em breve pela editora Senac.

Apenas a partir do fim do século 19 surgem no Brasil os primeiros cadernos de receitas propriamente. Foi quando as mulheres passaram a ser alfabetizadas. As receitas, antes uma tradição oral, começaram então a ser anotadas. Tudo obra de avós ou mães que, ao arrumar o enxoval das filhas ou netas prestes a sair de casa, incluíam como item essencial um caderno repleto de receitas. "Eles representam um legado daquilo que foi apreendido pelo gosto da família", afirma a antropóloga Lívia Barbosa. A tal ponto de surgirem iguarias com nomes de famílias, algumas tão antigas quanto os clãs que lhes deram origem.
Algumas famílias guardavam a sete chaves a receita de pratos tradicionais, que às vezes levavam o sobrenome de quem os criou
É o caso do bolo Souza Leão, por exemplo, cuja fórmula foi guardada em segredo pela família homônima, de Pernambuco, por muito tempo. Sua receita - basicamente mandioca, ovos e muito açúcar - soa como um eco do passado, dos tempos em que, nas casas grandes dos engenhos de cana no Nordeste, sinhazinhas e mucamas iam preparar o doce colocando na mesma panela receitas portuguesas misturadas aos produtos da terra, como o coco e a mandioca.

Em seu livro Nordeste, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre diz que essa e outras receitas demoraram a ser popularizadas. "Não só pela sua natureza complexa como pelo ciúme de sinhás donas ilustres que conservam as receitas dos velhos bolos como jóias de família", escreveu Freyre.

Com o passar dos anos, e em conseqüência do troca-troca de receitas entre famílias e amigas, elas ganharam as páginas dos jornais e revistas e viraram inclusive livros. O segredo do Souza Leão passou a ser, definitivamente, conhecido pelo Brasil inteir no clássico Açúcar - Uma Sociologia do Doce, escrito por Freyre e publicado pela primeira vez em 1939. O popular livro de receitas brasileiro Dona Benta foi publicado pela primeira vez em 1940 e chegou, ano passado, a sua 76ª edição. Trata-se de uma das publicações de cozinha mais vendidas no Brasil, com cerca de mil receitas atualizadas e coletadas junto às famílias tradicionais brasileiras.Muitas das receitas de dona Hermelinda Pereira de Mello, anotadas em seu caderno a partir de 1911, foram recentemente publicadas no livro Doces Sabores, organizado por sua neta, Rosa Belluzzo, com a parceira Marina Heck .
Sensação
Sim, cadernos de receitas representam tudo isso: a memória culinária de nossas famílias, seus traços afetivos. São ferramentas para se observar a vida cotidiana do nosso passado e presente. Isso já faz dos escritos culinários, por si só, narrativas preciosas."Um patrimônio", diz a antropóloga Laura Graziela. Escritas que nos permitem olhar a comida antes de ela existir e acariciar a idéia de saboreá-la

Mas, vale dizer, a receita de um prato jamais será uma fórmula exata para se chegar ao mesmo resultado sempre. No papel, uma receita de bolo-de-rolo, eu sei bem, representa apenas em parte aquele feito pela minha avó Lúcia. Porque na culinária,como na vida,conta muito o que não pode ser expresso em palavras: a experiência de quem cozinha, a intuição usada na hora do saber fazer, os pequenos segredos. "Quinhentos gramas de farinha,menos duas colheres. Depois, esticar a massa até ela ficar da grossura de um papelão", diz para mim minha avó, se referindo ao seu truque para que a massa do bolo-de-rolo jamais quebre em suas mãos. Mas isso não está na receita, não.


A história dos cadernos
Ao contrário do que se pensa, os primeiros livros de receitas não surgiram em decorrência dos cadernos. Os livros vieram antes. O primeiro de que se tem notícia chama-se Auspicius Culinaris. Surgiu ainda na Idade Média e compreendia um conjunto de receitas reunidas por Auspicius, um festeiro e gourmet dos arredores de Roma, na Itália.

Mas o livro de receitas tal qual o conhecemos, com ingredientes, quantidades, modos de fazer e ilustrações, foi uma invenção de chefes de cozinha das cortes reais européias, cuja preocupação era conservar as normas de fazer dos manjares para que futuros chefes de cozinha seguissem o ritmo impecável dos sabores consagrados pelas cortes. Um exemplo clássico é Le Cuisiner François (O cozinheiro francês), escrito em 1651 e que já foi editado em seu país pelo menos 69 vezes.

No Brasil, os primeiros livros de receitas vieram parar aqui com a chegada da família real, em 1808. "Que trouxe ainda utensílios e alguns ingredientes de cozinha", diz a antropóloga Paula de Pinto e Silva, da Universidade de São Paulo. Aos poucos, a cultura européia da cozinha foi sendo adaptada às condições tropicais da nossa terra. Com o passar do tempo, os portugueses começaram a ensaiar combinações corajosas na culinária. Foram adaptando ao seu sabor ingredientes brasileiros."Na falta de trigo, tentaram usar a mandioca. No lugar da castanha portuguesa, incluíram a castanha de caju", diz Paula, que estudou documentos do período colonial para escrever seu livro sobre a comida no Brasil Colônia (ainda sem título), que será publicado em breve pela editora Senac.

Apenas a partir do fim do século 19 surgem no Brasil os primeiros cadernos de receitas propriamente. Foi quando as mulheres passaram a ser alfabetizadas. As receitas, antes uma tradição oral, começaram então a ser anotadas. Tudo obra de avós ou mães que, ao arrumar o enxoval das filhas ou netas prestes a sair de casa, incluíam como item essencial um caderno repleto de receitas. "Eles representam um legado daquilo que foi apreendido pelo gosto da família", afirma a antropóloga Lívia Barbosa. A tal ponto de surgirem iguarias com nomes de famílias, algumas tão antigas quanto os clãs que lhes deram origem.
Algumas famílias guardavam a sete chaves a receita de pratos tradicionais, que às vezes levavam o sobrenome de quem os criou
É o caso do bolo Souza Leão, por exemplo, cuja fórmula foi guardada em segredo pela família homônima, de Pernambuco, por muito tempo. Sua receita - basicamente mandioca, ovos e muito açúcar - soa como um eco do passado, dos tempos em que, nas casas grandes dos engenhos de cana no Nordeste, sinhazinhas e mucamas iam preparar o doce colocando na mesma panela receitas portuguesas misturadas aos produtos da terra, como o coco e a mandioca.

Em seu livro Nordeste, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre diz que essa e outras receitas demoraram a ser popularizadas. "Não só pela sua natureza complexa como pelo ciúme de sinhás donas ilustres que conservam as receitas dos velhos bolos como jóias de família", escreveu Freyre.

Com o passar dos anos, e em conseqüência do troca-troca de receitas entre famílias e amigas, elas ganharam as páginas dos jornais e revistas e viraram inclusive livros. O segredo do Souza Leão passou a ser, definitivamente, conhecido pelo Brasil inteir no clássico Açúcar - Uma Sociologia do Doce, escrito por Freyre e publicado pela primeira vez em 1939. O popular livro de receitas brasileiro Dona Benta foi publicado pela primeira vez em 1940 e chegou, ano passado, a sua 76ª edição. Trata-se de uma das publicações de cozinha mais vendidas no Brasil, com cerca de mil receitas atualizadas e coletadas junto às famílias tradicionais brasileiras.Muitas das receitas de dona Hermelinda Pereira de Mello, anotadas em seu caderno a partir de 1911, foram recentemente publicadas no livro Doces Sabores, organizado por sua neta, Rosa Belluzzo, com a parceira Marina Heck (é o caderno da página 62).
Sensação
Sim, cadernos de receitas representam tudo isso: a memória culinária de nossas famílias, seus traços afetivos. São ferramentas para se observar a vida cotidiana do nosso passado e presente. Isso já faz dos escritos culinários, por si só, narrativas preciosas."Um patrimônio", diz a antropóloga Laura Graziela. Escritas que nos permitem olhar a comida antes de ela existir e acariciar a idéia de saboreá-la"

sábado, 8 de novembro de 2008

GERGELIM: o pequeno poderoso!


O valioso grão previne câncer, regulariza o intestino, diminui a acidez do sangue combatendo artrite e reumatismos, fortalece a pele, protege e aumenta a atividade cerebral, retarda o envelhecimento.

Minúsculo e poderoso. É o gergelim que, na humildade de sua leveza – mil grãos não pesam mais que quatro gramas –é utilizado há milênios para proteger o cérebro, fortalecer o coração, embelezar a pele, fortalecer ossos e muito mais. Seu uso, da medicina à cosmética, é uma herança milenar que ainda surpreende.

Um afresco que se encontra no túmulo de Ramsés III, que viveu no século XIII antes de Cristo, mostra egípcios adicionando gergelim à massa do pão.

Esse conhecimento, contudo, não era privilégio exclusivo dos egípcios. Índia, China e Grécia sempre fizeram uso regular do gergelim e esse bom costume perdura na Europa moderna. A Índia e a China detêm 50% da produção mundial, seguidos do Sudão, Etiópia e Bangladesh. Na América do Norte o produto foi introduzido pelos escravos africanos no século XVII.


Pouco uso no país

No Brasil o gergelim (Sesamum indicum L) existe no Nordeste desde o século XVI, trazido pelos portugueses, onde é cultivado para consumo local. No restante do país, as virtudes do gergelim são quase desconhecidas e seu uso pela maioria ainda é pouco mais que enfeite de pãozinho de sanduíche.

Muito além do enfeite culinário, no entanto, o poderoso grão fornece generosamente leite e óleo minerais e oligoelementos. E essas virtudes fazem a diferença na vida de quem o utiliza.


Alimento funcional

O óleo da semente é obtido por prensagem a frio das sementes e contém vitaminas A, B e E. É empregado na hidratação e proteção da pele dos raios solares e dentro da medicina ayurvédica e chinesa para aumento da energia vital, tratamento de fadiga, aumento da tonicidade e firmeza mucular, regulagem das funções intestinais, além de melhorar a circulação.

É considerado um excelente remédio para problemas do cérebro, como má memória e esquecimento, pois age aumentando os glóbulos vermelhos do sangue o que melhora a oxigenação do cérebro. Possui alto teor em vitamina E, considerada agente rejuvenecedor e retardante do envelhecimento. Também contém aminoácidos que melhoram a transmissão dos impulsos nervosos, diretamente relacionados à boa memória. Com todo essa riqueza, não admira que o gergelim seja também considerado bom afrodisíaco.

O óleo de sésamo é de cor amarelo-claro é rico nas substâncias sesamina, sesamolina e sesamol que possuem capacidades antioxidantes e previnem o câncer. O coração também é protegido pelo ácido graxo ômega 3 que se encontra no óleo.

E isso não é tudo. O poderoso grão fornece leite e óleo, minerais e oligoelementos.


Para enriquecer merenda escolar

Os pesquisadores Paulo de Tarso Firmino e Marenilson Batista, da Embrapa Algodão (Campina Grande, PB), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento defendem o uso de amendoim e gergelim no cardápio da merenda escolar da rede pública na Paraíba. A medida vai “enriquecer a qualidade da merenda escolar”, diz Firmino. Uma sugestão valiosa que poderá ser utilizada com proveito em escolas de todo o Brasil.

“Os teores médios dos componentes encontrados em 100g de grãos de gergelim são umidade 5,4%, 563 calorias, 18,6% de proteína, teor de óleo 49,10%, 21,6g de carboidratos totais, 6,3g de fibras totais, 1160mg de cálcio, 30UI de vitamina A, entre outros elementos” revela o pesquisador.

O gergelim apresenta bom nível de resistência à seca e é de fácil cultivo. É planta anual – perene -, com altura variável de 0,5 a 3 m, caule ereto, com ou sem ramificações.



Culinária e saúde
As sementes de gergelim podem ser usadas como tempero em saladas e no arroz. Quando torrado e moído, o grão vira farinha que enriquece refeições e merenda escolar e pode ser utilizada em massas de biscoitos, bolachas, bolos e pães.

A culinária árabe, turca e judaica emprega em abundância o gergelim. O tahine é uma espécie de manteiga árabe feita a partir da farinha da semente de gergelim, tostada e moída e possui grande quantidade de vitaminas, proteínas e cálcio.

Halawi, doce muito apreciado, é uma composição de tahine misturado com mel, açúcar e suco de limão. Prato turco típico é o halvah, mistura de queijo com gergelim torrado e prensado com cobertura de açúcar ou mel. Índia e Japão são outros países onde o grão compõe pratos festejados há milênios.

Gergelim preto faz parte do gersal (gergelim + sal), alimento indicado como ideal para combater acidez do sangue, favorecer a atividade cerebral e fortalecer a pele.

Ao reduzir a acidez, o gergelim combate dores reumáticas, tumores e ácido úrico. O cálcio acalma os nervos, reduz ansiedade, causas e sintomas do estresse.

Na culinária caseira usa-se o grão como tempero e dele é extraída farinha usada como massa para biscoitos, bolachas, bolos, pães e pastas.

As sementes podem ser adicionadas a massas de pães, bolos, muffins e biscoitos. Elas podem ser torradas e salpicadas sobre hortaliças cozidas e refogadas como brócolis e couve-flor e mesmo nas saladas de frutas. Podem ainda ser adicionadas ao molho de salada junto com óleo de gergelim. Alimentos podem igualmente ser empanados com gergelim e dourados em frigideira ou forno.



Cautela com as calorias

Apesar de não conter colesterol, 50% da composição do gergelim é gordura, embora insaturada. Aconselha-se consumir com moderação pois 100g da semente têm cerca de 570 calorias. É boa fonte de manganês, cobre, cálcio, magnésio, ferro, fósforo, vitamina B1, zinco e fibras ricas em lignanas que podem ajudar a prevenir o aumento de colesterol. As sementes ainda são ricas em vitaminas A e E e proteínas.

Há um composto no gergelim, a sesamina, que só encontrado no gergelim e que segundo alguns estudos, tem efeitos antioxidantes podendo ajudar a inibir a absorção de colesterol e a sua produção no fígado. As sementes de cor amarelo-pálido e pretas são as mais facilmente encontradas no Brasil.


Mais riquezas do gergelim

Juntamente com a soja, é o vegetal mais rico em lecitina, substância essencial para diversas funções do organismo;

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Contém gorduras insaturadas que ajudam a diminuir o colesterol;
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Proteinas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial);
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Vitaminas, especialmente E (tocoferol), B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e B2 ou riboflavina (0,24 mg por 100 g);
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Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo;
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Mucilagens, ao que se deve a ação laxante suave;
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Em alguns países, compõe bebida dada a mulheres que amamentam, para que produzam mais leite.


Publicado por: Vida Integral

DIFERENÇAS SUTIS




Alimentação macrobiótica
Leva em conta a energia vital dos alimentos e o princípio do Yin e Yang. Não se come carne, laticínios, doces, evita-se o excesso de frutas e líquidos. Adota-se chá de folhas e raízes, sal marinho, muitos cereais integrais, soja, gergelim, legumes e verduras.

Alimentação vegetariana
As pessoas que optam pela alimentação vegetariana seguem o princípio de não comer carne. Alguns vão mais além. Cortam doces, massas e qualquer produto de origem animal da dieta, inclusive ovos e peixes. Começam a se alimentar basicamente de vegetais.

Alimentação natural
Quem segue uma dieta natural procura ingerir alimentos que não agridam o corpo. Estão incluídos nesta lista comidas integrais, sem agrotóxicos e hormônios, frutas, verduras, cereais e glúten. A maioria deixa o açúcar, álcool, café e refrigerante de lado. Outros optam por selecionar as carnes, levando em conta a qualidade da alimentação do animal. Pratos à base de camarão e porco estão fora do cardápio.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

LEGUMES E VERDURAS DO MÊS DE NOVEMBRO


Abobrinha
• A Abobrinha é um legume muito usado em preparações como: sopas, suflês,refogados, saladas e gratinados.
• É considerada um alimento de fácil digestão.
• A abobrinha contém sais minerais importantes como cálcio, fósforo e ferro.
• Cem gramas fornecem 24 calorias.
• Na hora da compra, dê preferência às de casca brilhante e que estejam firmes.Recuse as rachadas ou furadas por bicho. Por ser um legume que se estraga facilmente, evite comprar em quantidades acima da que será consumida.
• Quando for preparar, evite descascá-la;cozinhe com pouca água no máximo por 10 a 15 minutos, exceto na preparação de sopas.
• O período do ano em que se pode encontrar boa quantidade e bons preços de abobrinha no mercado é de outubro/novembro/dezembro. Recomenda-se no entanto,o mês de novembro como melhor para a compra do produto.

ALMEIRÃO


Almeirão
• É um alimento muito nutritivo, pois contém fibras e é rico em vitamina A e vitamina B2.
• As fibras são importantes pois favorecem o funcionamento intestinal. A vitamina A tem ação sobre os dentes, unhas, cabelo, visão, pele e defesa do organismo. A vitamina B2 regula a produção de energia e construção dos tecidos.
• Cem gramas de almeirão fornecem 20 calorias.
• Na hora da compra, prefira os maços com folhas menores que são mais novas e , por isso, mais firmes e menos amargas. Nunca compre um maço com folhas amareladas ou murchas, pois isto indica que a verdura está velha.
• Para preparar salada com esta hortaliça, lave muito bem as folhas e corte bem fininho com uma faca afiada. Passe mais uma vez por água fresca, escorra e depois, tempere.
• Pode ser conservado em geladeira, em saco plástico por 5 a 7 dias.
• O mês de novembro é o melhor para compra de almeirão. Há boa oferta e bons preços no mercado. Entretanto, é possível se encontrar o produto a bom preço também em setembro e outubro.

VAGEM


Vagem
• As espécies mais conhecidas da vagem são:
o Vagem manteiga: Comprida e larga, tem em média 2 cm de largura por 15 cm de comprimento. Não é muito grossa, tem uma cor verde-esbranquiçada e um fio fibroso ao longo dos lados da vagem.
o Vagem comum: tem forma roliça e cor verde mais escura que a vagem manteiga. Quando colhida no tempo certo, não tem fibras dos lados e, portanto, pode ser melhor aproveitada.
o Vagem de metro: é mais roliça que a vagem comum, de cor verde intensa e espessura fina.
• Contém vitamina A, indispensável à boa visão, saúde da pele e defesa do organismo, e vitamina C, importante contra processos infecciosos e aumento da resistência.
• Apresenta também cálcio, fósforo e ferro, minerais essenciais à manutenção do organismo.
• Cem gramas de vagem fornecem 36 calorias.
• A vagem fresca cede à pressão da unha, não é mole nem escura nas pontas.
• Para o preparo as vagens devem ser lavadas e, em seguida, com o auxílio de uma faca, remove-se o fio ao longo dos dois lados. Para o cozimento utilize água apenas para cobrir o fundo da panela, tampando-a logo em seguida e evitando-se, assim, as perdas nutritivas.
• O melhor mês para compra de vagem é novembro, quando há bons preços e bastante oferta do produto no mercado. O período de oferta da vagem vai de outubro até janeiro

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

CASTANHA-DO-PARÁ


A Castanha do Pará é a semente da castanheira do Pará, uma árvore da família botânica Lecythidaceae, com tronco de até 4 m de diâmetro e altura de 30-45 metros. O fruto é esférico, de 11 a 14 cm de diâmetro, com peso variando entre 700 grs e 1500 grs.

É uma fruta típica do norte do Brasil e um dos principais produtos de exportação da Amazônia. Possui alto valor protéico e calórico além de ser rica em selênio, substância que reduz o risco de cânceres como o de pulmão e de próstata e combate os radicais livres, agindo contra o envelhecimento, fortalece o sistema imunológico, atua no equilíbrio da tireóide.

Pode ser consumida in natura, torrada, na forma de farinhas, doces e sorvetes. O óleo da castanha é usado na fabricação de produtos de beleza para o cabelo. A castanha tem uma casca fina, marrom e brilhante. A polpa é branca, farinhenta e saborosa.

SEMENTE DE GIRASSOL


A semente contém gordura polinsaturada (gordura de boa qualidade) vitaminas do complexo B, E, minerais, como fósforo, potássio, ferro, zinco e magnésio. Em 100 gramas são encontrados 30 gramas de fibras, 20 de proteínas e 120 mg de cálcio. Porém, além de muito nutritiva, a semente também é calórica: uma porção de 10 gramas contém 60 KCAL.São ricas em ômega-6 previnem problemas cardíacos e são recomendadas para o tratamento de esclerose múltipla. Já o óleo do girassol é a base de uma terapia que promete aliviar dores de cabeça, bronquite, tromboses, artroses, eczemas, úlcera de estômago, problemas intestinais, cardíacos e renais.

fonte: Revista dos Vegetarianos

LINHAÇA ESCURA OU DOURADA


A linhaça vem se destacando, graças aos benefícios que ela proporciona à nossa saúde.

A linhaça é composta de 41% de gordura, 28% de fibras, 21% de proteína, 4% de resíduos e 6% de outros carboidratos (entre eles: açúcares, ácidos fenólicos, lignana e hemicelulose). No entanto, essa gordura tem uma quantidade enorme de ácidos graxos do tipo ômega 3 (usados no combate a obstruções em artérias, responsáveis por doenças do coração).

A linhaça auxilia o sistema digestivo e o funcionamento do intestino, e conseqüentemente deixa a pele mais bonita. A linhaça é considerada um alimento, pois tem propriedades nutricionais básicas e preventivas — graças aos componentes antioxidantes e anticancerígenos. Além disso, é um poderoso desintoxicante

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Verduras e Legumes do mês de outubro


Repolho
• Existem basicamente três variedades de repolho:o repolho branco, o mais comum, o repolho verde ou repolho crespo e o repolho roxo.
• Os três tipos podem ser redondos, achatados ou pontudos, e variam também na consistência, que vai de macia a bem dura.
• Podendo ser consumido cru ou cozido, é muito utilizado em saladas, refogados, ensopados e cozidos.
• Contém vitamina C, sendo importante para o desenvolvimento dos ossos e dentes e aumenta a resistência dos tecidos e dos vasos sanguíneos, agindo contra as infecções e hemorragias, mas com o cozimento a vitamina C em parte se perde.
• Cem gramas de repolho fornecem 28 calorias.
• Na hora da compra, prefira o que for bem pesado e firme. Sua parte central externa (cabo) deve ser firme e clara, pois estando mole e escura, indica que o repolho está velho.
• Para guardá-lo, conserve-o na parte de baixo da geladeira, retirando antes as folhas de fora que estiverem murchas ou rasgadas.
• O período que vai de setembro até novembro apresenta boa oferta e bons preços do produto no mercado. Dentro desse período recomenda-se principalmente o mês de outubro como o melhor para a compra do repolho.
• Dica: Use sempre facas de aço inoxidável (aquelas que não soltam ferrugem), caso contrário você terá uma salada de repolho com um sabor desagradável e vitaminas danificadas, devido ao ferro da lâmina da faca.

Repolho

Agrião
• O agrião é muito utilizado em saladas e pode também ser empregado em outras preparações como sopas, refogados e purês.
• O agrião é uma hortaliça de baixo valor calórico, fornecendo 22 calorias em cada 100 gramas. É considerado uma boa fonte de vitamina A, essencial para a boa visão e saúde da pele. Apresenta ainda, vitaminas do Complexo B, responsáveis pelo crescimento e produção de energia, e vitamina C importante para aumentar a resistência do organismo às infecções. Possui, ainda, sais minerais como fósforo e ferro que evitam a fadiga mental e estão ligados a produção de glóbulos vermelhos do sangue. Sua alta quantidade de fibras auxilia o funcionamento intestinal.
• Quando é de boa qualidade, o agrião deve ter folhas verdes bem escuras, brilhantes, firmes e tenras, sem manchas nem marcas de picadas de inseto.
• O mês de outubro é o mais recomendado para compra dessa verdura, quando o mercado está com boa quantidade ofertada e preços bem baixos. A seguir, vês os meses de agosto e setembro.
Alcachofra
• Existem diversas variedades de alcachofra que se diferenciam em tamanho e cor.
• À parte da alcachofra que se consome é a flor, considerado um dos legumes mais requintados e saborosos.
• Rica em vitaminas do complexo B, auxilia na produção de energia e no funcionamento do sistema nervoso, além de regular a construção dos tecidos.
• Além disso, a alcachofra tem boas quantidades de fibras as quais estimulam o intestino, evitando a prisão de vente.
• Contém ainda sais minerais como ferro, cálcio e fósforo.
• Cem gramas de alcachofra fornecem 29 calorias.
• Para ver se a alcachofra está boa para o consumo, segure-a pelo talo e sacuda suavemente. Apresentando-se flexível, é sinal de que está madura.
• A época da alcachofra é outubro / novembro, destacando-se como melhor para compra o mês de outubro.
Alface
• A alface é uma das verduras mais consumidas principalmente crua e em forma de salada. Há vários tipos de alface. Dentre as mais conhecidas estão:
o alface repolhuda: com folhas verdes-escuras, tenras, lustrosas e onduladas, tem o miolo bem firme e cor amarelo-creme.
o alface crespa: tem folhas soltas, largas, crespas e cor verde-amarelada.
o alface romana: tem folhas mais lisas e compridas cor verde-claro, com o miolo macio.
• De baixo valor calórico, esta hortaliça é ideal para os dias de verão. Seu teor de fibras é ótimo para o funcionamento intestinal.
• Cem gramas fornecem 15 calorias.
• As folhas centrais do pé de alface concentram alto teor de água em sua composição, portanto, podem ser utilizadas no cozimento de legumes, quando não se deseja acrescentar água à preparação. Isso contribui bastante para conservar o sabor natural dos legumes.
• Ao comprar, dê preferência às de folhas limpas, cor brilhante e sem marcas de picadas de insetos.
• Para guardá-la convém retirar as folhas murchas, armazenando-as em saco plástico furado ou com ar, na parte baixa da geladeira.
• É um produto bastante consumido no verão e encontrado em abundância e com bons preços no mercado no período que vai de agosto até dezembro. Há também boa oferta e preços baixos no mês de abril. Recomenda-se, no entanto, a compra do produto principalmente no mês de outubro.
Brócolis
• Em geral, as partes comestíveis dos Brócolis são as flores e os talos. No entanto, as folhas também podem ser utilizadas em sopas, ensopados, em recheios, etc.
• Os Brócolis tem poucas calorias, mas é uma verdura rica em sais minerais, principalmente cálcio e ferro. Também contém vitaminas A e C, porém esta última se perde em parte com o cozimento. As vitaminas A e C são importantes para a formação e manutenção dos ossos, dentes, a integridade do sangue, saúde da pele e visão.
• Cem gramas de brócolis fornecem 49 calorias.
• Para uma boa compra é só verificar seus talos e flores que devem ser verdes e sem marcas de picada de insetos. Folhas e flores amareladas indicam que o brócolis está velho.
• O melhor mês para compra de Brócolis é o mês de outubro, quando há boa quantidade e bons preços do produto no mercado. No entanto, é possível se encontrar preços bons do produto e em boas quantidades durante todo o período que vai de julho até outubro.
Cenoura
• A cenoura é uma raiz muito utilizada na culinária, pois além de ter um sabor levemente adocicado que combina com várias preparações, é muito usada na decoração dos pratos.
• Rica em caroteno, um elemento que durante a digestão se transforma em vitamina A, é muito importante para os dentes, unhas, cabelos, olhos, pele e defesa do organismo.
• Cem gramas de cenoura fornecem 42 calorias.
• Quando fresca e de boa qualidade, a cenoura é firme e sua casca limpa e lisa de cor alaranjado vivo.
• A cenoura nunca deve ser descascada, pois junto à casca existem vários nutrientes.
• Raspe com uma faca ou esfregue-a com uma escova própria para lavar legumes. As folhas da cenoura também são ricas em vitamina A, podendo ser utilizadas em solas, refogados, recheios para tortas ou em saladas.
• No período que vai de agosto até dezembro é possível se encontrar boas quantidades e bons preços de cenoura no mercado. Dentro desse período recomenda-se principalmente o mês de outubro como o melhor para compra.
• Diga não ao desperdício - Com a rama da cenoura, experimente preparar bolinhos, sopas, refogados e enriquecer tortas e suflês.
Espinafre
• O espinafre é considerado uma verdura de alto valor nutritivo, pois apresenta boas quantidades de ferro, vitamina A, sódio e potássio, e uma fonte moderada de fibras.
• O Ferro é muito importante para a formação do sangue. A vitamina A tem ação sobre os dentes, unhas, olhos, pele e defesa do organismo. O sódio e potássio participam da estimulação dos músculos em geral. A fibra auxilia no bom funcionamento do aparelho digestivo.
• Depois de pronto o espinafre não deve ser requentado, pois o ferro contido nele se decompõe, perdendo-se sua propriedade.
• Cem gramas de espinafre fornecem 24 calorias.
• Ao comprar espinafre, prefira o que tem folhas frescas, de cor verde-escura brilhante, tenras, limpas e sem marcas de picadas de insetos. Como outras verduras, o espinafre contém muita água, razão pela qual se reduz muito depois de cozido. Por isso, é preciso 1 kg de espinafre (mais ou menos 2 maços) para 4 pessoas.
• A oferta maior de espinafre no mercado se dá no período que vai de agosto a novembro, quando também há bons preços. Recomenda-se, dentro desse período principalmente o mês de outubro.
• Diga não ao desperdício - Utilize os talos de espinafre no preparo de suflês, farofas, etc.
Mamão
• Quando maduro, o mamão é um excelente alimento para ser consumido ao natural.
• Quando verde é muito utilizado para preparar doces e/ou para amaciar carnes.
• Contém grandes quantidades de potássio, importante para a hidratação do organismo, vitamina C, a qual estimula as funções de defesa do organismo e vitamina A, a qual desempenha papel importante na visão normal; é essencial para a integridade dos tecidos e crescimento normal das células do corpo, além da participação no crescimento e desenvolvimento dos ossos e dentes. Contém também minerais importantes como ferro, fósforo, sódio e potássio.
• Cem gramas de mamão fornecem 32 calorias.
• O mamão bom para o consumo não deve ter rachaduras, partes escuras ou machucados, nem picada de insetos. A casca deve ser firme.
• Pode-se encontrar boas quantidades e bons preços de mamão comum no mercado em duas épocas do ano: abril/ maio e setembro/ outubro. No entanto, o mês de outubro é o mais recomendado para compra, pois as quantidades no mercado são as mais altas do ano e os preços são os mais baixos.
Repolho
• Existem basicamente três variedades de repolho:o repolho branco, o mais comum, o repolho verde ou repolho crespo e o repolho roxo.
• Os três tipos podem ser redondos, achatados ou pontudos, e variam também na consistência, que vai de macia a bem dura.
• Podendo ser consumido cru ou cozido, é muito utilizado em saladas, refogados, ensopados e cozidos.
• Contém vitamina C, sendo importante para o desenvolvimento dos ossos e dentes e aumenta a resistência dos tecidos e dos vasos sanguíneos, agindo contra as infecções e hemorragias, mas com o cozimento a vitamina C em parte se perde.
• Cem gramas de repolho fornecem 28 calorias.
• Na hora da compra, prefira o que for bem pesado e firme. Sua parte central externa (cabo) deve ser firme e clara, pois estando mole e escura, indica que o repolho está velho.
• Para guardá-lo, conserve-o na parte de baixo da geladeira, retirando antes as folhas de fora que estiverem murchas ou rasgadas.
• O período que vai de setembro até novembro apresenta boa oferta e bons preços do produto no mercado. Dentro desse período recomenda-se principalmente o mês de outubro como o melhor para a compra do repolho.
• Dica: Use sempre facas de aço inoxidável (aquelas que não soltam ferrugem), caso contrário você terá uma salada de repolho com um sabor desagradável e vitaminas danificadas, devido ao ferro da lâmina da faca.

Espinafre


Espinafre
• O espinafre é considerado uma verdura de alto valor nutritivo, pois apresenta boas quantidades de ferro, vitamina A, sódio e potássio, e uma fonte moderada de fibras.
• O Ferro é muito importante para a formação do sangue. A vitamina A tem ação sobre os dentes, unhas, olhos, pele e defesa do organismo. O sódio e potássio participam da estimulação dos músculos em geral. A fibra auxilia no bom funcionamento do aparelho digestivo.
• Depois de pronto o espinafre não deve ser requentado, pois o ferro contido nele se decompõe, perdendo-se sua propriedade.
• Cem gramas de espinafre fornecem 24 calorias.
• Ao comprar espinafre, prefira o que tem folhas frescas, de cor verde-escura brilhante, tenras, limpas e sem marcas de picadas de insetos. Como outras verduras, o espinafre contém muita água, razão pela qual se reduz muito depois de cozido. Por isso, é preciso 1 kg de espinafre (mais ou menos 2 maços) para 4 pessoas.
• A oferta maior de espinafre no mercado se dá no período que vai de agosto a novembro, quando também há bons preços. Recomenda-se, dentro desse período principalmente o mês de outubro.
• Diga não ao desperdício - Utilize os talos de espinafre no preparo de suflês, farofas, etc.

Cenoura


Cenoura
• A cenoura é uma raiz muito utilizada na culinária, pois além de ter um sabor levemente adocicado que combina com várias preparações, é muito usada na decoração dos pratos.
• Rica em caroteno, um elemento que durante a digestão se transforma em vitamina A, é muito importante para os dentes, unhas, cabelos, olhos, pele e defesa do organismo.
• Cem gramas de cenoura fornecem 42 calorias.
• Quando fresca e de boa qualidade, a cenoura é firme e sua casca limpa e lisa de cor alaranjado vivo.
• A cenoura nunca deve ser descascada, pois junto à casca existem vários nutrientes.
• Raspe com uma faca ou esfregue-a com uma escova própria para lavar legumes. As folhas da cenoura também são ricas em vitamina A, podendo ser utilizadas em sopas, refogados, recheios para tortas ou em saladas.
• No período que vai de agosto até dezembro é possível se encontrar boas quantidades e bons preços de cenoura no mercado. Dentro desse período recomenda-se principalmente o mês de outubro como o melhor para compra.
• Diga não ao desperdício - Com a rama da cenoura, experimente preparar bolinhos, sopas, refogados e enriquecer tortas e suflês.

Brócolis


Brócolis
• Em geral, as partes comestíveis dos Brócolis são as flores e os talos. No entanto, as folhas também podem ser utilizadas em sopas, ensopados, em recheios, etc.
• Os Brócolis tem poucas calorias, mas é uma verdura rica em sais minerais, principalmente cálcio e ferro. Também contém vitaminas A e C, porém esta última se perde em parte com o cozimento. As vitaminas A e C são importantes para a formação e manutenção dos ossos, dentes, a integridade do sangue, saúde da pele e visão.
• Cem gramas de brócolis fornecem 49 calorias.
• Para uma boa compra é só verificar seus talos e flores que devem ser verdes e sem marcas de picada de insetos. Folhas e flores amareladas indicam que o brócolis está velho.
• O melhor mês para compra de Brócolis é o mês de outubro, quando há boa quantidade e bons preços do produto no mercado. No entanto, é possível se encontrar preços bons do produto e em boas quantidades durante todo o período que vai de julho até outubro.

Alface


Alface
• A alface é uma das verduras mais consumidas principalmente crua e em forma de salada. Há vários tipos de alface. Dentre as mais conhecidas estão:
o alface repolhuda: com folhas verdes-escuras, tenras, lustrosas e onduladas, tem o miolo bem firme e cor amarelo-creme.
o alface crespa: tem folhas soltas, largas, crespas e cor verde-amarelada.
o alface romana: tem folhas mais lisas e compridas cor verde-claro, com o miolo macio.
• De baixo valor calórico, esta hortaliça é ideal para os dias de verão. Seu teor de fibras é ótimo para o funcionamento intestinal.
• Cem gramas fornecem 15 calorias.
• As folhas centrais do pé de alface concentram alto teor de água em sua composição, portanto, podem ser utilizadas no cozimento de legumes, quando não se deseja acrescentar água à preparação. Isso contribui bastante para conservar o sabor natural dos legumes.
• Ao comprar, dê preferência às de folhas limpas, cor brilhante e sem marcas de picadas de insetos.
• Para guardá-la convém retirar as folhas murchas, armazenando-as em saco plástico furado ou com ar, na parte baixa da geladeira.
• É um produto bastante consumido no verão e encontrado em abundância e com bons preços no mercado no período que vai de agosto até dezembro. Há também boa oferta e preços baixos no mês de abril. Recomenda-se, no entanto, a compra do produto principalmente no mês de outubro

Alcachofra


Alcachofra
• Existem diversas variedades de alcachofra que se diferenciam em tamanho e cor.
• À parte da alcachofra que se consome é a flor, considerado um dos legumes mais requintados e saborosos.
• Rica em vitaminas do complexo B, auxilia na produção de energia e no funcionamento do sistema nervoso, além de regular a construção dos tecidos.
• Além disso, a alcachofra tem boas quantidades de fibras as quais estimulam o intestino, evitando a prisão de ventre.
• Contém ainda sais minerais como ferro, cálcio e fósforo.
• Cem gramas de alcachofra fornecem 29 calorias.
• Para ver se a alcachofra está boa para o consumo, segure-a pelo talo e sacuda suavemente. Apresentando-se flexível, é sinal de que está madura.
• A época da alcachofra é outubro / novembro, destacando-se como melhor para compra o mês de outubro.

Agrião


Agrião
• O agrião é muito utilizado em saladas e pode também ser empregado em outras preparações como sopas, refogados e purês.
• O agrião é uma hortaliça de baixo valor calórico, fornecendo 22 calorias em cada 100 gramas. É considerado uma boa fonte de vitamina A, essencial para a boa visão e saúde da pele. Apresenta ainda, vitaminas do Complexo B, responsáveis pelo crescimento e produção de energia, e vitamina C importante para aumentar a resistência do organismo às infecções. Possui, ainda, sais minerais como fósforo e ferro que evitam a fadiga mental e estão ligados a produção de glóbulos vermelhos do sangue. Sua alta quantidade de fibras auxilia o funcionamento intestinal.
• Quando é de boa qualidade, o agrião deve ter folhas verdes bem escuras, brilhantes, firmes e tenras, sem manchas nem marcas de picadas de inseto.
• O mês de outubro é o mais recomendado para compra dessa verdura, quando o mercado está com boa quantidade ofertada e preços bem baixos

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